DIVULGUEM – TELEX FREE DERRUBA REVISTA CARTA CAPITAL E SITE DE LUIS NASSIF

O amigo Marcelo Bancalero do blog Xeque Mate Notícias informou que a “empresa” Telex Free derrubou os sites de Luis Nassif e da revista Carta Capital (está sem link porque tiraram do ar).


Não é de hoje que os “meios de comunicação”, entenda-se internet porque na mídia convencional este tipo de informação não é veiculada, sabe-se lá porque, vem alertando sobre a empresa TelexFree e sobre o seu suposto esquema de pirâmide em andamento,a empresa movimentou no ano de 2012 mais ou meno R$ 300.000.000,00 com o seu esquema de pirâmide online.


Xeque-Mate- Notícias


A HISTÓRIA…


Não é de hoje que a internet mostra vez ou outra algum esquema para tirar dinheiro de usuários mais desavisados e neste meio tempo eis que surge um dos esquemas mais sujos, ou “bem lavados”, da internet, a Telex free.


Basicamente o sistema permite cadastrar pessoas pagantes calcular o saldo e distribuir o lucro, voip mesmo que é bom, talvez funcione.


Segue abaixo notícia na íntegra do blog de Luis Nassif.


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Autor: 

 

Há sinais de que o TelexFree pode ter sido montado por um esquema de crime organizado internacional, ligado ao bingo e ao jogo de bicho.
A CPI da Gtech e a CPMI de Cachoeira levantaram dados importantes sobre o modo de operação desses grupos, na era da Internet. Passaram a se valer de sistemas eletrônicos complexos para atuar na área, em geral no ramo de loterias.
Foi o caso da Gtech, de um grupo que operava o jogo em Los Angeles. E foi o caso de grupos espanhóis, que tentaram entrar no ramo de loterias através de alguns estados e cúmplices brasileiros.
Os grampos da Polícia Federal sobre Cachoeira mostram o empenho do bicheiro em se aparelhar de sistemas de gerenciamento de jogos, inclusive associando a uma empresa de TI. E mostram também como essas quadrilhas se articulam internacionalmente, os contatos da Gtech com lobistas brasileiros, as tentativas dos espanhóis de conseguirem parceiros internos.

O esquema TelexFree

Entendido isso, vamos às últimas informações sobre o caso TelexFree.
O golpe das pirâmides com VoIP (sistemas de telefonia pela Internet) remonta a meados da década de 2.000. Surgiram várias pirâmides aplicando pequenos golpe aqui e ali.
Provavelmente uma organização maior entendeu a potencialidade do golpes e resolveu entrar no jogo.
Por trás do golpe, há um sistema sofisticado de banco de dados pela Internet, que permite cadastrar pessoas, calcular o saldo de cada conta, distribuir os recursos.
A empresa dona do sistema TelexFree, a Ympacta, atua no mercado desde 2009, pelo menos.
Um funcionário da TelexFree informou ontem ao repórter do portal G1-Vitória que desde 2011 a empresa não pertence mais ao empresário Carlos Wanzeler – que aperece nos vídeos como dono da empresa. Antes de ontem à noite, o diretor comercial Carlos Costa gravou um vídeo chamando a si a responsabilidade pela montagem do modelo.
Aparentemente, estão tentando tirar o foco de Wanzeler.
Há duas hipóteses:
  1. Ou ele de fato é o chefe, eximindo-se de responsabilidades maiores ou…
  2. … ou é apenas um laranja que vendeu sua empresa e sua imagem para o esquema e que poderia dar com a língua nos dentes
A hipótese mais plausível é que um esquema maior adquiriu a empresa de Wanzeler e, depois, montou o jogo de cena com o tal de James Merril, o superempresario norte-americano que tem apenas um endereço virtual em um escritório que aluga salas. A entrada de Merril serviu apenas para dourar a pílula, permitindo à TelexFree se dizer associada a uma multinacional norte-americana.
Como se observa nos gráficos do Google, o nome TelexFree dispara nas pesquisas apenas em 2012- quando a pirâmide se alastra.
Há muitas pessoas ambiciosas, mas de boa fé, que embarcaram no esquema. Mas há muitos grupos barras-pesadas que entraram, revelando mais uma característica dos esquemas de bicho e de bingo: a rápida capacidade de convocar grupos do submundo para entrar em golpes.
Agora, há informações de que o esquema estaria atuando na Inglaterra, Portugal, Rússia e China, comprovando mais uma característica do crime organizado, de fazer alianças rápidas com esquemas de outros países.
Atualmente a Polícia Federal não age, porque acha que  é assunto para as Polícias Civis. As Polícias estaduais estão atuando cada qual por si, assim como o Ministério Público nos diversos estados.
Tem que haver coordenação em nível de Ministério, com o Ministro convocando a PF, o Ministério Público Federal, as Secretarias de Segurança estaduais para uma ação rápida. Há necessidade de rapidez para mapear os elos da corrente, impedir que mais pessoas sejam vítimas do golpe e, de alguma maneira, impedir a transferência dos recursos para paraísos fiscais.

Aparentemente, estão tentando tirar o foco de Wanzeler.

Há duas hipóteses:
  1. Ou ele de fato é o chefe, eximindo-se de responsabilidades maiores ou…
  2. … ou é apenas um laranja que vendeu sua empresa e sua imagem para o esquema e que poderia dar com a língua nos dentes
A hipótese mais plausível é que um esquema maior adquiriu a empresa de Wanzeler e, depois, montou o jogo de cena com o tal de James Merril, o superempresario norte-americano que tem apenas um endereço virtual em um escritório que aluga salas. A entrada de Merril serviu apenas para dourar a pílula, permitindo à TelexFree se dizer associada a uma multinacional norte-americana.
Como se observa nos gráficos do Google, o nome TelexFree dispara nas pesquisas apenas em 2012- quando a pirâmide se alastra.
Há muitas pessoas ambiciosas, mas de boa fé, que embarcaram no esquema. Mas há muitos grupos barras-pesadas que entraram, revelando mais uma característica dos esquemas de bicho e de bingo: a rápida capacidade de convocar grupos do submundo para entrar em golpes.
Agora, há informações de que o esquema estaria atuando na Inglaterra, Portugal, Rússia e China, comprovando mais uma característica do crime organizado, de fazer alianças rápidas com esquemas de outros países.
Atualmente a Polícia Federal não age, porque acha que  é assunto para as Polícias Civis. As Polícias estaduais estão atuando cada qual por si, assim como o Ministério Público nos diversos estados.
Tem que haver coordenação em nível de Ministério, com o Ministro convocando a PF, o Ministério Público Federal, as Secretarias de Segurança estaduais para uma ação rápida. Há necessidade de rapidez para mapear os elos da corrente, impedir que mais pessoas sejam vítimas do golpe e, de alguma maneira, impedir a transferência dos recursos para paraísos fiscais.

Não adianta saber muita coisa, o importante é fazer o que sabe.
Trabalho na internet, sem enrolação,conheça os sites:
http://www.vamos-ganhar-dinheiro.tk
http://www.kitseutrabalho.vai.la

Ricardo Sierban

Ricardo Sierban é formado em Processamento De Dados, trabalha com moedas virtuais desde 2015, amante do Marketing e assuntos que promovam o crescimento pessoal e profissional.

Website: http://blog-marketisite.com

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